Conheça as principais barreiras para a acessibilidade e como superá-las!

Conheça as principais barreiras para a acessibilidade e como superá-las!

O que é a acessibilidade para você? A primeira coisa que a gente pensa são rampas de acesso, vagas exclusivas no estacionamento, assento preferencial no ônibus… Essas coisas realmente tornam os lugares mais acessíveis, mas será que acessibilidade é só isso? Quem é leitor assíduo do Blog do Hugo já sabe que as pessoas com deficiência encontram diversos obstáculos no dia a dia, que vão muito além do espaço físico. Então, para deixar claro e para ajudar quem é leitor de primeira viagem, a gente vai falar hoje das principais barreiras que a acessibilidade precisa transpor: as arquitetônicas, as comunicacionais e as atitudinais.

As barreiras arquitetônicas

As barreiras arquitetônicas são todo tipo de obstáculo que impede as pessoas de desfrutarem e ocuparem o espaço físico. Elas são as mais fáceis de identificar e estão presentes tanto nas residências e estabelecimentos comerciais quanto no espaço público. O que pouca gente repara é que a forma como são feitas as ruas, calçadas e faixas de pedestres também é muito importante. Quem depende de muletas ou cadeira de rodas, por exemplo, acaba precisando pensar bem no caminho que vai fazer antes de sair de casa. A locomoção também é importante nos ambientes fechados – como shoppings, museus e escolas – nos quais a disposição dos móveis e objetos pode facilitar ou dificultar o deslocamento. Fica ligado que no final do post a gente tem uma surpresa bem legal para quem quer saber como melhorar a acessibilidade desse tipo de espaço! 😉

 

investimento em acessibilidade

 

As barreiras comunicacionais

Outra coisa que aumenta  a distância entre as pessoas com deficiência e a inclusão é a comunicação. Ela constitui uma barreira quando as informações não estão disponíveis para todos, seja porque não existem ou por falta de tradução. As barreiras comunicacionais acontecem basicamente de três formas:

  • Na comunicação interpessoal: quando você vai conversar com um surdo, por exemplo, e não sabe Libras, a comunicação é prejudicada de uma forma bem óbvia. Além disso, um problema frequente são os erros no tratamento com as  pessoas com deficiência – ao chamá-las de “deficientes”, por exemplo.
  • Na comunicação escrita: quando as informações textuais não estão disponíveis em Libras ou em Braile, o que acontece bastante em bibliotecas, placas de sinalização e sites.
  • Nos espaços virtuais: tudo aquilo que impede as pessoas de acessarem as informações dos sites. Também entra aqui a falta de tradução automática, de audiodescrição e de textos alternativos nas imagens. Muita gente acha que é difícil de arrumar essas coisas, mas quem conhece a importância de se pensar na acessibilidade digital sabe que existem muitas alternativas (se você ainda não sabe, que tal ler esse e esse post?)

As barreiras atitudinais

As barreiras mais difíceis de perceber são feitas pela gente, mas por sorte são as mais fáceis de mudar e com o maior impacto na promoção da acessibilidade! As nossas atitudes perante a comunidade e as pessoas com deficiência são a coisa que mais colabora para manter as barreiras comunicacionais e arquitetônicas: os preconceitos e esteriótipos. E não se engane, todo mundo tem preconceitos e não tem nada de ruim em querer acabar com eles, mas é preciso buscar informação e estar disposto a conhecer mais sobre o outro, independentemente de quem seja.

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