Museus incríveis devem ser acessíveis!

Museus incríveis devem ser acessíveis!

O museu é o lugar símbolo da Cultura, feito especialmente para nos lembrar que a nossa cultura é um processo de criação e conexão com o que somos. Um bom museu cativa e encanta todo mundo e a arte é uma ótima forma de encantar. Mas para que todos possam desfrutar dela é importante criar um ambiente inclusivo, pensando no espaço físico e no trato com o público.

Um bom exemplo é a Pinacoteca, um dos mais incríveis museus do Brasil, que com práticas acessíveis, faz um convite irrecusável a qualquer amante da arte, incluindo cegos, surdos e pessoas com mobilidade reduzida. A história da Pinacoteca mostra que a acessibilidade é o investimento do museu do futuro: que quer que todos os seus visitantes possam aproveitar a arte no seu máximo!

 

Um museu do futuro inclusivo

Na Pinacoteca, a acessibilidade está literalmente na base: o museu conta com rampas e elevadores, além de portas largas e espaços amplos, além de áudio e vídeo guias, que dão ao visitante autonomia e liberdade para ser seu próprio guia.

Uma prova disso é a criação da Galeria Tátil, uma exposição completamente voltada aos deficientes visuais e a tradução para Libras das Obras do Jardim. O que mostra muito da Acessibilidade Atitudinal – quando os museus se preocupam não só em adaptar o que já está pronto, mas em pensar com empatia e compreender como é possível que a experiência artística seja cada vez mais completa e real para a pessoa com deficiência.

 

E como deixar o meu museu acessível?

Apenas 51% dos museus brasileiros são tidos como acessíveis. É um número muito pequeno, considerando que a Meta 29 do Plano Nacional de Cultura prevê que 100% dos aparelhos culturais sejam acessíveis até 2020.

Em um primeiro momento você pode pensar “Isso vai custar uma fortuna!”, mas você sabia que, quando planejadas no começo, as adaptações de acessibilidade custam apenas 0,2% do projeto final? 

Separamos algumas dicas para você começar agora a melhorar a acessibilidade do seu museu!

 

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  • Conheça os diferentes tipos de deficiência.

Existem muitos tipos diferentes de deficiência. Dentro das maiores categorias – motora, sensorial e intelectual – é possível pensar em inúmeros tipos de adaptação. Definir uma área-chave para as adaptações  é o primeiro passo para entender o que precisa ser feito. Por exemplo: seu site é o principal canal de divulgação do seu museu. Ele está acessível para todos os públicos? Se não, invista em iniciativas que o deixem mais inclusivo. Para o público surdo, que tal deixar seu site acessível em Libras com o Hugo?

 

  • Pesquise por tecnologias assistivas.

Assim que tiver definido as principais adaptações que deve fazer, outra pergunta deve surgir: qual é a melhor forma de fazer as mudanças? Dentre as várias possibilidades, as soluções tecnológicas costumam ser a forma mais barata e fácil de garantir que seu acervo seja acessível, além de serem super atraentes e passarem uma imagem de inovação. Dois benefícios com uma tacada só!

Para conhecer o guia completo de dicas para deixar seu museu mais acessível baixe nosso e-book sobre Acessibilidade em Museus!

 

E você, conhece algum museu que também está acessível? Deixa pra gente nos comentários 😀

 

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